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QUESTÕES E RESPOSTAS SOBRE O COVID-19

 

1. O que é o SARS-CoV-2? O que é o COVID-19?

Síndrome Respiratória Aguda Grave Coronavírus-2 (SARS-CoV-2) é o nome dado ao novo coronavírus de 2019. COVID-19 é o nome dado à doença associada ao vírus. O SARS-CoV-2 é uma nova variante de coronavírus que não foi previamente identificada em humanos

 

2. De onde vêm os coronavírus?

Os coronavírus são vírus que circulam entre os animais, com alguns deles também conhecidos por infectar seres humanos.

Os morcegos são considerados hospedeiros naturais desses vírus, mas várias outras espécies de animais também são conhecidas por serem uma fonte. Por exemplo, o Coronavírus da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV) é transmitido aos seres humanos a partir de camelos, e a Síndrome Respiratória Aguda Grave Coronavírus-1 (SARS-CoV-1) é transmitida aos humanos por gatos da cidade.

3. Este vírus é comparável ao SARS ou à gripe sazonal?

O novo coronavírus detectado na China está geneticamente relacionado ao vírus SARS-CoV-1. A SARS surgiu no final de 2002 na China e causou mais de 8.000 casos em 33 países durante um período de oito meses. Cerca de uma em cada dez pessoas que desenvolveram a SARS morreu.

O atual surto de COVID-19 causou cerca de 7.000 casos relatados na China durante o primeiro mês após os relatórios iniciais (janeiro de 2020), com outros 80.000 casos relatados globalmente durante o segundo mês (fevereiro de 2020). Desses primeiros 87 000 casos, cerca de 3 000 morreram. Os casos agora estão a ser detectados na Europa e no mundo todo.

Embora os vírus que causam o COVID-19 e a influenza sazonal sejam transmitidos de pessoa para pessoa e possam causar sintomas semelhantes, os dois vírus são muito diferentes e não se comportam da mesma maneira.

O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (European Centre for Disease Prevention and Control- ECDC) estima que entre 15.000 e 75.000 pessoas morrem prematuramente devido a causas associadas à gripe sazonal a cada ano na UE, Reino Unido, Noruega, Islândia e Liechtenstein. Tal corresponde a aproximadamente 1 em cada 1.000 pessoas infectadas. Em comparação, a taxa de mortalidade estimada atual para COVID-19 é de 20 a 30 por 1.000 pessoas.

Apesar da taxa de mortalidade relativamente baixa da gripe sazonal, muitas pessoas morrem da doença devido ao grande número de pessoas que a contraem a cada ano. A preocupação com o COVID-19 é que, diferentemente da gripe, não há vacina nem tratamento específico para a doença. Também parece ser tão transmissível quanto a gripe, se não mais. Como se trata de um novo vírus, ninguém tem imunidade prévia, o que em teoria significa que toda a população humana é potencialmente suscetível à infecção por COVID-19.

 

4. Quão grave é a infecção por COVID-19?

Evidências científicas preliminares indicam que a taxa de mortalidade do COVID-19 é de 20 a 30 pessoas por mil pessoas diagnosticadas. Tal é significativamente menor que o surto de SARS de 2003. No entanto, é muito superior à taxa de mortalidade por influenza sazonal. Tal previsão varia consoante o sistema de saúde de cada país.

5. Qual é o modo de transmissão? Quão (facilmente) se propaga o vírus?

Embora os animais sejam a fonte original do vírus, agora este propaga-sede pessoa para pessoa (transmissão de humano para humano). Atualmente, não há informações epidemiológicas suficientes para determinar com que facilidade e sustentabilidade esse vírus se espalha entre as pessoas, mas atualmente estima-se que, em média, uma pessoa infectada irá infectar entre mais duas a três. O vírus parece ser transmitido principalmente por gotículas respiratórias que as pessoas espirram, tossem ou expiram. O vírus também pode sobreviver por várias horas em superfícies como mesas e maçanetas.

Atualmente, o período de incubação do COVID-19 (isto é, o tempo entre a exposição ao vírus e o início dos sintomas) é estimado entre 2 e 14 dias. Nesta fase, sabemos que o vírus pode ser transmitido quando as pessoas infectadas apresentam sintomas semelhantes aos da gripe, como tosse. Há evidências que sugerem que a transmissão pode ocorrer a partir de uma pessoa infectada sem sintomas; no entanto, permanecem incertezas sobre o efeito da transmissão por pessoas não sintomáticas na epidemia.

INFORMAÇÃO MÉDICA

1. Quais são os sintomas da infecção por COVID-19

O vírus pode causar sintomas leves e semelhantes aos da gripe, como:

  • (nova) tosse seca e continua (sem expectoração)

  • febre

  • dificuldade em respirar

  • dor muscular

  • Cansaço

Os casos mais graves desenvolvem pneumonia grave, síndrome do desconforto respiratório agudo, sepse (Sepse, também referida como sépsis, sepsia ou septicemia, é uma condição potencialmente fatal que surge quando a resposta do corpo a uma infeção danifica os seus próprios tecidos e órgãos) e choque séptico que podem levar à morte.

2. Algumas pessoas estão mais em risco do que outras?

Geralmente, as pessoas idosas e aquelas com condições de saúde subjacentes (por exemplo, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crónicas e cancro) são consideradas com maior risco de desenvolver sintomas graves.

3. As crianças também estão em risco de infecção?

A doença em crianças parece ser relativamente rara e leve. Um grande estudo da China sugeriu que pouco mais de 2% dos casos tinham menos de 18 anos de idade. Destes, menos de 3% desenvolveram doença grave ou crítica.

4. E as mulheres grávidas?

Há evidências científicas limitadas sobre a gravidade da doença em mulheres grávidas após a infecção por COVID-19. Dito isto, as evidências atuais sugerem que a gravidade da doença entre as mulheres grávidas após a infecção por COVID-19 é semelhante à dos casos adultos não gestantes de COVID-19, e não há dados que sugiram que a infecção por COVID-19 durante a gravidez tenha um efeito negativo. no feto (como comprovado no dia 17 de Março com o nascimento de um bebé no Hospital de Santa Maria cuja a mãe está infetada mas o bebé nasceu saudável).

No momento, não há evidências de transmissão do COVID-19 da mãe para o bebé durante a gravidez.

O ECDC continuará a monitorar a literatura científica emergente sobre esta questão e sugere que todas as mulheres grávidas sigam as mesmas precauções para a prevenção do COVID-19, incluindo lavagem regular das mãos, evitando indivíduos doentes e auto-isolando-se em caso de sintomas, enquanto consulta um médico por telefone para obter orientação.

5. Existe um tratamento para a doença COVID-19?

Não existe tratamento específico para esta doença; portanto, os profissionais de saúde tratam os sintomas clínicos (por exemplo, febre, dificuldade em respirar) dos pacientes. Os cuidados de suporte (por exemplo, gerenciamento de fluidos, oxigenoterapia etc.) podem ser altamente eficazes para pacientes com sintomas.

6. Quando devo fazer o teste para o COVID-19?

As recomendações atuais para testes dependem do estágio do surto no país ou na área em que vive. Os países da UE / EEE podem estar em diferentes cenários, mesmo dentro do mesmo país, e as abordagens de teste serão adaptadas à situação ao nível nacional e local.

 

As autoridades nacionais podem decidir testar apenas subgrupos de casos suspeitos com base na capacidade nacional de teste, na disponibilidade do equipamento necessário para o teste, no nível de transmissão comunitária do COVID-19 ou em qualquer outro critério.

Evocando uma abordagem racional, as autoridades nacionais na UE podem considerar priorizar os testes nos seguintes grupos:

 

  • pacientes hospitalizados com infecções respiratórias graves;

  • casos com infecções respiratórias agudas em hospitais ou instalações de cuidados prolongados;

  • pacientes com infecções respiratórias agudas ou doenças semelhantes à influenza em certos ambulatórios ou hospitais, a fim de avaliar a extensão da circulação do vírus na população;

  • idosos com condições médicas crônicas subjacentes, como doença pulmonar, câncer, insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular, doença renal, doença hepática, diabetes e condições em que a imunidade esteja comprometida.

7.  Onde posso fazer o teste?

Se se estiver a sentir mal e identifica os sintomas do COVID-19 (como febre, tosse, dificuldade em respirar, dor muscular ou cansaço), é recomendável entrar em contato com os serviços de saúde por telefone ou online (no nosso país SNS 808 24 24 24 e https://eportugal.gov.pt/covid-19). Se o seu profissional de saúde acreditar que é necessário um teste laboratorial para o vírus que causa o COVID-19, este informará o procedimento a seguir e informará onde e como o teste pode ser realizado.

PREVENÇÃO

1. Como posso evitar ser infectado?

O vírus entra no corpo através dos olhos, nariz e/ou boca, por isso é importante evitar tocar no rosto com as mãos não lavadas.

 

É recomendável lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos ou limpar as mãos com soluções, géis ou tecidos à base de álcool.

 

Também é recomendável ficar 1 metro ou mais longe das pessoas infectadas com COVID-19 que apresentam sintomas, para reduzir o risco de infecção por gotículas respiratórias.

2. O que devo fazer se tiver tido contato próximo com alguém que tenha o COVID-19?

Notifique as autoridades de saúde pública da sua região que fornecerão orientações sobre as próximas etapas a serem tomadas. Se desenvolver algum sintoma, ligue imediatamente para o SNS 808 24 24 24 e peça aconselhamento e monitorização, mencionando que entrou em contato com alguém com COVID-19.

3. As máscaras são eficazes na proteção contra o COVID-19?

Se estiver infectado, o uso de máscaras cirúrgicas pode reduzir o risco de infectar outras pessoas, mas não há evidência de que máscaras efetivamente impedirão que seja infectado pelo vírus. De fato, é possível que o uso de máscaras faciais possa até aumentar o risco de infecção devido a uma falsa sensação de segurança e ao aumento do contato entre mãos, boca e olhos.

 

4. Existe uma vacina contra o vírus? Quanto tempo levará para desenvolver uma vacina?

Atualmente, não existem vacinas contra os coronavírus humanos, incluindo o vírus que causa o COVID-19. É por isso muito importante prevenir a infecção e conter uma maior disseminação do vírus.

 

O desenvolvimento de vacinas leva tempo. Várias empresas farmacêuticas estão já a trabalhar e a testar vacinas em candidatos voluntários. No entanto, levará meses ou anos para que qualquer vacina possa ser amplamente utilizada, pois esta precisa passar por extensos testes para determinar a segurança e eficácia.

 

No entanto, não devemos confundir a vacina (prevenção) com a cura (muitos dos métodos médicos e fármacos em uso corrente já curaram vários infetados de COV19).

5. Estou protegido contra COVID-19 se eu tiver recebido a vacina contra influenza este ano?

A gripe e o vírus que causa o COVID-19 são dois vírus muito diferentes e a vacina sazonal da gripe não protege contra o COVID-19.

QUAL É A SITUAÇÃO ATUAL DA UNIÃO EUROPEIA EM RELAÇÃO AO COVID-19?

 

1. Qual a preparação da Europa para o COVID-19 e o que está a UE a fazer?

O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) está em contato contínuo com a Comissão Europeia (UE-CE) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a avaliação deste surto. Para informar a Comissão Europeia e as autoridades de saúde pública dos Estados-Membros da situação em curso, o ECDC publica resumos diários e avalia continuamente o risco para os cidadãos da UE. O ECDC e a OMS desenvolveram orientações técnicas para apoiar os Estados-Membros da UE na sua resposta. A Comissão Europeia está a assegurar a coordenação das atividades de gestão de riscos ao nível da UE.

2. Estou em risco de contrair infecção por COVID-19 na UE?

Este surto está a evoluir rapidamente e a avaliação de riscos está a mudar de acordo com a propagação. O ECDC está a avaliar continuamente o risco para os cidadãos da UE e pode encontrar as informações mais recentes na avaliação de risco atualizada diariamente.

Daily risk assessment on COVID-19 Aqui: https://www.ecdc.europa.eu/en/cases-2019-ncov-eueea

3. Quantas pessoas foram infectadas na UE / EEE?

Consulte a atualização diária da situação do ECDC para obter as informações mais recentes disponíveis. Dado o extenso movimento de pessoas e o fato de o vírus ser transmitido de pessoa para pessoa, outros casos são esperados na Europa.

 

Nas últimas 24h: https://www.who.int/docs/default-source/coronaviruse/situation-reports/20200317-sitrep-57-covid-19.pdf?sfvrsn=a26922f2_2

4. Quanto tempo irá durar este surto?

Infelizmente, não é possível prever quanto tempo durará o surto e como a epidemia se irá desenrolar. Estamos a lidar com um novo vírus e, portanto, muita incerteza permanece. Por exemplo, não se sabe se a transmissão na UE / EEE diminuirá naturalmente durante o verão no hemisfério norte, como é observado para a gripe sazonal.

5. As escolas e os centros de dia devem ser fechados? Sim

As evidências que temos até ao momento indicam que o COVID-19 não afeta tanto as crianças quanto os adultos. Contudo, ainda não se sabe até que ponto as crianças desempenham um papel na transmissão do vírus. Devido a essa incerteza, é especialmente importante incentivar as crianças a lavar as mãos com cuidado para reduzir qualquer risco possível de serem infectadas e depois transmitir o vírus. Se as crianças adoecerem, devem ser isoladas em casa.

Dependendo das circunstâncias locais, as autoridades locais podem decidir fechar temporariamente escolas e creches para reduzir a transmissão. Onde quer que isso aconteça, é importante que os pais e cuidadores sejam apoiados, por exemplo, por seus empregadores, para que possam ficar em casa e cuidar dos filhos.

INFORMAÇÕES PARA VIAJANTES 

 

1. Que precauções devo tomar se estiver visitando uma área de transmissão local ou comunitária?

Os viajantes que visitam áreas de transmissão local ou comunitária do COVID-19 devem seguir rigorosas medidas de higiene, lavar as mãos com água e sabão regularmente e / ou usar desinfetantes para as mãos à base de álcool. Tocar o rosto com as mãos não lavadas deve ser evitado. Os viajantes devem evitar o contato com pessoas doentes, especialmente aquelas com sintomas respiratórios e febre. Deve-se reafirmar que os idosos e aqueles com condições de saúde subjacentes devem levar muito a sério essas medidas de precaução.

2. E se eu estive recentemente numa área de transmissão local ou comunitária?

Os viajantes que retornam de áreas de transmissão local ou comunitária devem monitorar a sua saúde por 14 dias. As pessoas com sintomas devem entrar em contato com a linha SNS via telefone e indicar sua exposição e histórico de viagens antes de procurar atendimento médico pessoalmente. Pessoas sintomáticas devem evitar o contato com outras pessoas até receberem aconselhamento de um especialista em saúde.

Situações reportadas ao nível global: https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/situation-reports

3. Qual o risco de infecção ao viajar de avião?

Se for estabelecido que um caso de COVID-19 está no avião, outros passageiros que estavam em risco (conforme definido por quão perto estavam do passageiro infectado) serão contatados pelas autoridades de saúde pública. Se tiver dúvidas sobre um voo que fez, entre em contato com a autoridade de saúde local para obter orientação. O risco de ser infectado num avião não pode ser excluído, mas atualmente é considerado baixo para um viajante individual. O risco de ser infectado num aeroporto é semelhante ao de qualquer outro lugar onde muitas pessoas se reúnem.

4. Porque razão não estão a ser realizados rastreios ao COVID-19 no aeroporto quando chegam de áreas de transmissão local ou comunitária?

Há evidências de que a verificação de pessoas no aeroporto (conhecida como rastreamento de entrada) não é muito eficaz na prevenção da propagação do vírus, especialmente quando as pessoas não apresentam sintomas. É geralmente considerado mais útil fornecer às pessoas que chegam aos aeroportos informações claras que explicam o que fazer se desenvolverem sintomas após a chegada.

5. Onde posso aprender mais?

Cada país da UE / EEE pode emitir conselhos específicos aos viajantes para áreas com transmissão local ou comunitária do COVID-19. Consulte a autoridade sanitária local ou o Ministério de Relações Exteriores para obter conselhos personalizados para os residentes no seu ambiente.

 

Para obter uma lista atualizada das áreas de transmissão presumida da comunidade, consulte os relatórios de situação da OMS para obter a classificação do país.

Aqui: https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/situation-reports/

COVID-19 ANIMAIS E PRODUTOS ALIMENTARES

 

1. Qual o risco de infecção por COVID-19 de animais ou produtos de origem animal importados das áreas afetadas?

Não há evidências de que algum dos animais ou produtos animais autorizados a entrar na União Europeia representem um risco à saúde dos cidadãos da UE como resultado da presença do COVID-19.

2. Qual o risco de infecção por COVID-19 de produtos alimentícios importados das áreas afetadas?

Não houve relatos de transmissão de COVID-19 por meio de alimentos e, portanto, não há evidências de que os itens alimentares importados para a União Europeia, de acordo com os regulamentos de saúde animal e pública aplicáveis, representem um risco para a saúde dos cidadãos da UE em relação ao COVID -19. O principal modo de transmissão é de pessoa para pessoa.

3. Qual o risco de infecção pelo COVID-19 pelo contato com animais de estimação e outros animais na UE?

Pesquisas atuais vinculam o COVID-19 a certos tipos de morcegos como fonte original, mas não excluem o envolvimento de outros animais. Vários tipos de coronavírus podem infectar animais e podem ser transmitidos a outros animais e pessoas. Não há evidências de que animais de companhia (por exemplo, cães ou gatos) representem um risco de infecção para seres humanos. Como precaução geral, é sempre prudente observar os princípios básicos de higiene quando em contato com os animais.

A nossa próxima comunicação vai ser dedicada à Mitigação dos Impactos Psicológicos Causados pelo COVID-19 e às medidas que este nos obrigou a tomar. Já estamos também a reunir os melhores recursos para que passe a quarentena da melhor maneira! 

Até lá, fique em segurança, cumpra os conselhos e as normas da DGS e do nosso Governo. 

Este artigo foi produzido em colaboração por: 

AlertaMente: Associação Nacional para a Saúde Mental

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